Maracajú – Natal – fotografado por Elrentaplats (flickr cc)
A estupidez do ser humano pode levar a extinção de 75% dos corais e 90% dos recifes existentes no planeta, até o ano de 2030. O motivo é uma combinação de pesca insustentável, poluição e mudanças climáticas. Isso só vai acontecer, no entanto, se nenhuma medida for adotada pelos governos, visando proteger os recifes e corais. (mais…)
Imagens inéditas de um cinegrafista amador divulgadas nesta quinta-feira mostram o momento em que o tsunami começa a invadir a cidade de Miyako, no Japão.
Acredita-se que o vídeo tenha sido filmado no dia 11 de março.
Ele mostra como a pequena cidade portuária na região de Iwate ficou arrasada pela violenta e repentina entrada do mar.
O tsunami do dia 11 foi provocado pelo terremoto de magnitude 9 que abalou o Japão.
O número de mortos na tragédia já ultrapassa 5 mil pessoas e mais de 8 mil continuam desaparecidas.
Além da destruição provocada pelo tremor e pelo tsunami, os japoneses agoram temem uma nuvem radioativa.
A usina de Fukushima foi gravemente danificada, e autoridades encontram muita dificuldade em controlar incêndios perto dos reatores.
Garça comendo esquilo – Foto Steve Shinn, reproduzida do jornal metro.co.uk
Acho que este fotógrafo realmente teve muita sorte. Ele estava no lugar certo e no momento exato conseguiu tirar esta “bonita” foto, que apesar de dramática, não chega a ser chocante quanto a da cobra gigante engolindo um cachorro diante dos olhos das crianças. (mais…)
A expressão Tsunami (ou tsunâmi, do japonês 津波é assustadora, por causa do rastro de morte e destruição nos lugares aonde chega.
Tsunami é uma onda ou uma série de ondas empurradas violentamente por uma força que a desloca verticalmente, depois de um terremoto, atividade vulcânica, abrupto deslocamento de terras ou gelo ou devido ao impacto de um meteorito dentro ou perto do mar. (mais…)
Caatinga (do Tupi: caa (mata) + tinga (branca) = mata branca) é um tipo de vegetação existente apenas no bioma brasileiro, abrangendo parte dos estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia (região Nordeste do Brasil) e parte do norte de Minas Gerais (região Sudeste do Brasil). É formada por pequenas árvores, comumente espinhosas, que perdem as folhas no curso da longa estação seca.
Apesar de ser um patrimônio tipicamente nacional, alguns brasileiros estúpidos, a maioria deles no poder, estão acabando com a caatinga. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, informou hoje (2) que de 2002 a 2008 foram desmatados 16.576 quilômetros quadrados na Caatinga, o que equivale a 2% do bioma no país.
A área de Caatinga, mapeada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), é de 826.411,23 quilômetros quadrados. Desses, 45,39% não existem mais.
A árvore maior é uma planta chamada barriguda (Chorisia glaziovii.) e no canto a esquerda um pé de mandacaru. A barriguda passa por três fases durante o ano: cheia de folhas verdes, depois ela enche de flores lindíssimas e por último fica no estado em que você está vendo. A área onde se encontra foi desmatada, restando apenas ela e o mandacaru (Foto: Jackson Rubem)
Para o ministro, o número é muito alto. “Podemos dizer que equivale proporcionalmente à área desmatada na Amazônia se considerarmos que a Amazônia é cinco vezes maior que a Caatinga”.
Os estados que mais desmataram foram a Bahia e o Ceará. Juntos, eles desmataram quase 9 mil quilômetros quadrados em seis anos.
Fica a pergunta: não seria mais viável as autoridades governamentais estimularem a exploração da caatinga para o turismo rural, medicina natural, criação de abelhas, entre tantas outras maneiras?
A agricultura no sertão nordestino está sendo abandonada, por conta da ausência de chuvas. As roças abandonadas acabam se tornando uma espécie de deserto, um cenário bem parecido com o descrito em Vidas Secas, na obra de Graciliano Ramos.