
A adolescência é a fase mais transformadora que existe, é a morte da criança para o nascimento do adulto. E mais que uma fase de transformação é uma fase de concepção do mundo. (mais…)
A adolescência é a fase mais transformadora que existe, é a morte da criança para o nascimento do adulto. E mais que uma fase de transformação é uma fase de concepção do mundo. (mais…)
Nos dias atuais, neste nosso Brasil, precisamos tomar muito cuidado com tudo que fazemos e onde quer que estejamos. Preste bem atenção nestas dicas. Servem para adultos orientarem (mais…)
Brasília – Envolver e aperfeiçoar as instâncias do sistema Judiciário ligadas às questões da infância e da juventude é um dos principais desafios para os agentes governamentais e da sociedade civil que atuam na defesa de adolescentes em conflito com a lei, de acordo com a diretora executiva do Instituto Latino Americano das Nações Unidas para Prevenção do Delito e Tratamento do Delinqüente (Ilanud), Paula Miraglia.
“Muito do gargalo do sistema sócio-educativo [para adolescentes em conflito com a lei] passa pelo sistema de Justiça. Há prazos que expiram por conta do sistema de Justiça, não há acompanhamento da execução da medida, por exemplo. É preciso envolver o Judiciário, o Ministério Público e a própria Defensoria Pública”, afirmou hoje (26) durante a abertura da Oficina Nacional de Atualização e Fortalecimento da Defesa do Adolescente em Conflito com a Lei.
A subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Carmem Oliveira, também apontou os temas considerados críticos pelo governo federal em relação à defesa de jovens em conflito com a lei: a manutenção de jovens em cadeias, o não-cumprimento de prazos de internações provisórias, a interdição em instituições psiquiátricas e, principalmente, o registro de mortes durante o cumprimento das medidas sócio-educativas.
Na avaliação da representante do Ilanud, o aperfeiçoamento da defesa do adolescente é essencial por se tratar de uma parcela da população discriminada pela Justiça.
“Se você olhar para uma unidade de internação, você vai ver quem são os adolescentes que estão lá: são das classes menos favorecidas e a gente sabe que não são só eles que cometem atos infracionais. Por que a polícia privilegia a apreensão desses adolescentes e por que a Justiça privilegia a internação e a aplicação de medidas sócio-educativas mais severas para essa parcela da população?”, questionou Miraglia.
A oficina reunirá até sexta-feira (29) defensores públicos, advogados de instituições especializadas na defesa do adolescente, assistentes sociais, psicólogos e pedagogos.
Luana Lourenço
Repórter da Agência Brasil
Certa vez, quando estava voltando da escola para casa, vi no caminho muitos adolescentes.
Eles estavam bebendo cachaça, fumando maconha, craque e várias outras drogas. (mais…)
A semente ainda não é a planta, mas já tem tudo para fazer uma planta. Mais tarde, se a semente for boa, haverá raízes, tronco, ramos, flores, frutos. É claro que vai precisar de condições favoráveis: Terra boa, sol e chuva, estrume e adubo, cuidados.
Se quisermos que a sociedade de amanhã produza flores de justiça e frutos de paz, precisamos plantar as sementes. Pode ser que nenhum de nós possa admirar as flores ou colher os frutos. Pouco importa. Amanhã, outros farão, outros que serão nossa continuação na caminhada deste mundo.
A sociedade será perfeita quando mergulhar definitivamente em Deus. Até lá, é só ir “Caminhando… Passo a passo”. Plantando a semente para que se firmem as raízes. Todo resto será obra de Deus. Só ele poderá mudar o mundo, mas fazer a sua parte não custará nada, pois como diz o ditado ” é dando que se recebe” e com certeza Deus irá lhe recompensar.
Sei que não poderemos mudar o mundo da noite para o dia, mas com certeza iremos fazer muitas crianças felizes.
Pense e reflita: como será maravilhoso ver uma criança sorrindo e saber que você contribuo para essa felicidade?
Veja na criança a semente para um futuro justo e um mundo melhor. Faça a sua parte!
Tema de Canidé, adaptado por Deborah Suellen