Tag: escolas

  • Como ler boa história infantil para uma criança

    Como ler uma boa história infantil para uma criança
    Imagem reprodução

    Ler é um prazer, porque você viaja para outros lugares, conhece outras pessoas, enquanto vai percorrendo as páginas do livro. Além disso, é um exercício necessário para o bom desenvolvimento e fortalecimento do cérebro da criança. Quanto mais uma criança lê bons livros, mais inteligente ela fica, mais se destaca em seus estudos. Adultos também precisam ler, para evitar que o cérebro entre em decadência antes do tempo.

    As crianças apreciam sempre, e em qualquer ocasião, uma boa história. Seja para dormir ou por mera distração, o mundo da fantasia e do imaginário sempre fascinou os mais novos. Aproveite as férias para ler, (mais…)

  • Escola do Paraná alfabetiza crianças em dois idiomas

    Crianças estão sendo alfabetizadas nos idiomas português e guarani, na Ilha da Cotinga, em Paranaguá, um local de grande importância histórica, porque os colonizadores portugueses fizeram o primeiro contato com os índios Carijó no Paraná, em 1524.

    Vivem no lugar, atualmente, 12 famílias de índios, sobrevivendo do artesanato.

    A educação na ilha é de responsabilidade do Departamento da Diversidade da Secretaria de Estado da Educação (Seead). Segundo a coordenadora da área, Cristina Cremoneze, em todo o estado há 35 escolas de educação indígena que atendem aproximadamente 3 mil estudantes, segundo a Agência Brasil/Lúcia Nórcio:

    O filho do cacique da aldeia, Dionísio Rodrigues, – ou Kuaray, seu nome indígena – conta que, antigamente, quando iam para a cidade sem estar preparados, os guarani desistiam de estudar devido ao choque cultural. Segundo ele, na ilha, os professores não apenas ensinam, mas também aprendem o jeito de ser e os costumes indígenas.

    De acordo com Cristina Cremoneze, as políticas públicas de inclusão permitem não só a preservação da cultura do povo indígena, mas também o respeito à diversidade. O governo possibilita a formação de professores indígenas que, após concluírem o curso do magistério, exercem a profissão nas próprias aldeias.

    A professora Vânia Lúcia e a pedagoga Dinai Raquel contam que chegam à ilha diariamente com a preocupação de “deixar no continente as coisas que são do continente”. E garantem que quem vem trabalhar nas ilhas não quer mais sair porque o envolvimento é muito grande. A maioria das aulas é dada ao ar livre, aproveitando a riqueza local para fazer o casamento entre conhecimentos universais e as tradições do povo indígena.

    Na escola local, por enquanto, só existem as primeiras quatro séries do ensino fundamental. Kuaray reclama da dificuldade dos alunos em continuar os estudos porque têm que sair da ilha. “Há 200 anos não deixávamos o povo branco entrar em nossas terras, hoje sabemos o valor do conhecimento, temos que conhecer nossos direitos”, disse em tom de discurso.

    Na aldeia há um sentimento forte de autoridade e de organização. Kuaray, por exemplo, proibiu a reportagem da Agência Brasil de fazer fotos e filmar, alegando que essa autorização só poderia ser dada pelo cacique, que não se encontrava no local. “É ele quem dá as ordens”, afirmou.

  • Estudantes brasileiros passam mais tempo diante da Tv do que recomenda a OMS

    Estudantes brasileiros passam mais tempo diante da Tv do que recomenda a OMS (Foto: Gilberto Filho - http://www.flickr.com/photos/gilbertofilho/3963548894/)

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (18) a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar, cujos dados estatísticos revelam que os estudantes brasileiros passam mais horas do dia em frente à TV do que recomenda a Organização Mundial de Saúde (OMS).

    Cerca de 490 mil alunos entre 13 e 15 anos, das redes pública e particular, foram entrevistados durante o levantamento, conforme divulgado pela Agência Brasil/Isabela Vieira:

    De acordo com o estudo do IBGE, 79,5% deles assistiam à TV por duas ou mais horas, enquanto a OMS recomenda que esse tempo não ultrapasse uma hora diariamente. O hábito de assistir à TV por mais de duas horas foi citado por 74% dos estudantes de Boa Vista e por 83% de Cuiabá.

    Embora gastem horas em atividades sedentárias, a pesquisa do IBGE constatou que nem a metade dos entrevistados (43,1%) praticava atividade física regularmente (mais de cinco horas por semana). O percentual de homens ativos é maior que o das mulheres, 56,2% contra 31,3%.

    Na rede privada, os alunos também são considerados mais adeptos às atividades físicas. Considerado um fator desestimulante para a prática esportiva, o aumento do tempo em frente à TV, computador e videogame podem provocar o sobrepeso e obesidade. “Esse tempo está associado ao consumo de alimentos calóricos, refrigerante e baixo consumo de frutas e vegetais, além de pouco gasto de energia”, alerta a pesquisa.

  • Bolsa família – último dia para entrega frequência escolar

    Hoje (18) é o último dia para os municípios enviar ao Ministério da Educação (MEC) os dados de freqüência escolar dos alunos atendidos pelo Bolsa Família. Depois de consolidados, os dados são repassados pelo MEC ao Ministério do Desenvolvimento Pessoal e Combate à Fome (MDS).

    As informações devem ser dos meses de outubro e novembro. O prazo para registro das informações de saúde (vacinação infantil e pré-natal) termina no dia 31 de dezembro.

    O MDS transfere, mensalmente, R$ 1,1 bilhão a cerca de 12,4 milhões de famílias com renda per capita de até R$ 140,00. Os valores do benefício variam entre R$ 22,00 e R$ 200,00, de acordo com o perfil econômico e a composição da família.

  • Em pequeno vilarejo caiçara de Paraty, crianças são alfabetizadas pelos pais

    Paraty (RJ) - Na varanda de casa, na região conhecida como Saco das Anchovas, um pequeno vilarejo da região costeira de Paraty, a menina Júlia Gomes Silva dos Remédios, 9 anos, mostra seu caderno com as primeiras palavras que aprendeu a escrever com a mãe, uma dona de casa que completou a 4º série do ensino fundamental (Marcello Casal Jr/ABr)
    Paraty (RJ) – Na varanda de casa, na região conhecida como Saco das Anchovas, um pequeno vilarejo da região costeira de Paraty, a menina Júlia Gomes Silva dos Remédios, 9 anos, mostra seu caderno com as primeiras palavras que aprendeu a escrever com a mãe, uma dona de casa que completou a 4º série do ensino fundamental (Marcello Casal Jr/ABr)

    Na varanda de casa, no alto da encosta de uma região conhecida como Saco das Anchovas, um pequeno vilarejo da região costeira de Paraty, a menina Júlia Gomes Silva dos Remédios, 9 anos, mostra seu caderno com as primeiras palavras que aprendeu a escrever com a mãe, uma dona de casa que completou a 4ª série do ensino fundamental.

    A família da menina vive em uma tradicional comunidade caiçara, onde os barcos ainda são feitos de madeira e a principal fonte de renda é a pesca. Lá, há gerações esperam a chegada de uma escola, para qual até um terreno foi destinado.“Essas promessas são feitas em época de eleição. Depois, acaba tudo”, reclama o pescador Pedro dos Remédios, 45 anos, tio da menina. (mais…)