Alessia e Livia estão desaparecidas desde 30 de janeiro (Interpol)
A família das crianças gêmeas Alessia e Livia está vivendo uma situação dramática. As meninas foram levadas pelo pai, de casa, na Suíça, sem que ninguém saiba o motivo. O pai chegou à França com as filhas, depois foi para Itália, onde sem nenhuma razão aparente, atirou-se em uma linha de comboio, morrendo na hora.
O pior de tudo é que ninguém sabe o que ele fez com as crianças. Onde elas estão? Estão vivas? Para obter as respostas, as polícias de três países estão buscando as crianças. (mais…)
Bebês recém-nascidos (foto arquivo do jornal 20minutos)
Meu Deus, até que ponto o ser humano está chegando, em pleno mundo globalizado! Acho uma afronta à dignidade humana! Por incrível que pareça, em regiões rurais da Bulgária, um dos países mais pobres e mais corruptos da União Europeia, é possível comprar um bebê recém-nascido por 1500 euros em dinheiro. E isso sem quaisquer obstáculos jurídicos e administrativos!
Que sensação você experimenta ao olhar esta foto? Confesso que senti um choque, um aperto no coração, quando olhei para a imagem desta criança com o rosto coberto por moscas de lixo, em um país chamado Iraque. (mais…)
Abuso sexual é terrível para a criança, porque além da agressão contra seu corpo, pode ficar o trauma psicológico ao longo de sua vida. Isso ocorre principalmente em situações em que a criança esconde que sofreu abuso sexual sexual e tem medo de contar a alguém o que lhe aconteceu.
O culpado pela violência sexual pode ser o pai, o padrasto, o irmão ou algum outro membro da família, caso a violência ocorra em casa. Acontecendo fora, pode ser na casa de um amigo da família, de um vizinho, de um professor, de um desconhecido, ou de alguém que toma conta do menor.
Na opinião da escritora e educadora italiana Rita Ippolito, os professores e educadores são os protagonistas desse processo, que envolve o respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a garantia dos direitos de seus alunos. Rita que está há quase duas décadas no Brasil é a organizadora do Guia Escolar: Métodos para identificação de sinais de abuso e a exploração sexual em crianças e adolescentes (2003), uma publicação conjunta da Secretaria Especial dos Direitos Humanos e do Ministério da Educação, a prática da cidadania passa pela escola. (mais…)
Feto não pode sentir dor antes de 24 semanas afirma um artigo científico, contradizendo as campanhas anti-aborto antes desta data.
O feto está naturalmente sedado e inconsciente no útero e não há necessidade de usar anestésico em caso de aborto, afirma líder de equipe médica (Foto: ALAMY)
Segundo artigo científico oficial, um feto não pode sentir dor antes de 24 semanas, o que contradiz o argumento das campanhas anti-aborto.
Justifica que as terminações nervosas ainda não estão suficientemente formadas nos fetos e, portanto, eles não podem sentir dor antes de 24 semanas. A notícia foi divulgada pela Royal College of Obstretricians and Gynaecologists, sob a supervisão do departamento de saúde.
O professor Allan Templeton, president do Royal College, responsável pelo relatório, disse para o jornal The Times que as campanhas anti-aborto sugerindo que o feto sente dor após 24 semanas, ou antes, eram baseadas em bebês prematuros e que isso não se aplica ao feto no útero, conforme noticiado pelo jornal britânico Telegraph.
Segundo ele, o feto está naturalmente sedado e inconsciente no útero, razão pela qual não há necessidade de usar anestésicos durante o aborto.
A divulgação pode incentivar mais mulheres grávidas, com até seis meses, a interromperem a gravidez na Grã-Bretanha, um país onde a legislação permite que o aborto seja praticado em grávidas de até 20 semanas, ou seja, cinco meses.
E se daqui a alguns anos estes mesmos pesquisadores ou outros descobrirem que o feto sente dor, independente da idade e que está consciente tempo todo?