Uma garota de 13 anos, que nasceu com uma amputação congênita do membro superior esquerdo, entrou para a história da Medicina européia.
Ela recebeu, no Hospital de Sant Joan de Deu (mais…)
Uma garota de 13 anos, que nasceu com uma amputação congênita do membro superior esquerdo, entrou para a história da Medicina européia.
Ela recebeu, no Hospital de Sant Joan de Deu (mais…)
A revista Ciência Hoje das crianças tem uma matéria interessante sobre o primeiro satélite lançado ao espaço pelo homem:
Há cinqüenta anos, a União Soviética – um país europeu que deixou de existir em 1989 e que era formado por quinze repúblicas, entre elas, a Rússia – enviava ao espaço um pequeno equipamento. Apesar de parecer apenas uma bola de basquete prateada com quatro antenas, o Sputnik representava (mais…)
Meio século depois terem enviado a cadelinha Laika para o espaço, o primeiro ser vivo que orbitou a Terra, os russos vão enviar outros animais para pesquisa. Desta vez vão os gerbos, pequenos roedores originários da Mongólia, parecidos com os hamsters. Eles serão úteis na pesquisa científica para os vôos ao planeta Marte.
Os gerbos são excelente animais para pesquisa, pois conseguem ficar mais de um mês sem beber líquidos. Esta sua capacidade de ficar tanto tempo sem beber nada, faz deles animais perfeitos para observações no espaço, dizem os cientistas.
Está completando 50 anos que esta cadelinha chamada
Laika foi lançada ao espaço, tornando-se o primeiro
mártir das pesquisas espaciais científicas
Além dos gerbos, estarão presentes também na Arca de Noé, para a pesquisa, alguns moluscos, baratas, caracóis e crisálidas de mariposas.
Ficarão doze dias no espaço, tempo suficiente para os cientistas pesquisarem o efeito da ausência de gravidade e a possível influência sobre seres humanos, nos vôos tripulados para o planeta Marte, a partir de 2035.
Boa pesquisa para eles.
A novidade vem da Universidade de Standford, no Estados Unidos que desenvolveu um programa de computador capaz de aprender a descodificar sons de diferentes línguas, da mesma forma
que os bebês fazem.
O resultado é um avanço na pesquisa de como os humanos aprende a falar, conforme noticiado pela agência Reuters. O computador imita o processo cerebral dos bebês, quando estão a aprender a falar. Os pesquisadores testaram o modelo, expondo-o a sessões de treino, que consistiam na análise de conversas gravadas entre mães e filhos, em inglês e japonês. O computador conseguiu “aprender” sons básicos da mesma forma que os bebês. Mais na Reuters (em inglês).