Tag: alunos na escola

  • Escola Virtual do Mercosul será lançada hoje na Biblioteca Nacional

    A Escola Virtual do Mercosul será lançada hoje (6), às 16h, na Biblioteca Nacional, em Brasília.

    Trata-se de um ambiente virtual, com cursos de capacitação online, serviços de informação e comunidades de prática para micro, pequenos e médios empresários, instituições de ensino e pesquisa e representantes da sociedade civil dos países do bloco econômico.

    O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, e o embaixador da Delegação da União Europeia no Uruguai, Geoffrey Barrett, participam da cerimônia de abertura. Eles darão entrevista depois do lançamento.

    A escola virtual é um dos principais resultados do projeto Mercosul Digital, iniciativa de cooperação internacional entre a União Europeia e o Mercosul.

    Uma boa iniciativa que trará benefícios para muitos.

  • Metade dos jovens de 14 anos já superou escolaridade de suas mães

    Gráfico Metade dos jovens de 14 anos já superou escolaridade de suas mães

    Mais da metade (51,45%) dos adolescentes de 14 anos do país já têm escolaridade superior à de suas mães. Entre os jovens dessa faixa etária, 71% cursam os três últimos anos do ensino fundamental e 9,5% estudam no ensino médio. Os dados indicam uma baixa escolaridade das mães de alunos dessa faixa etária que apresentam, em média, 7,32 anos.

    O levantamento foi feito pelo programa Todos pela Educação e a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2009, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números indicam que a atual geração de crianças e jovens está superando a trajetória escolar de seus pais, mas também confirmam a baixa escolaridade de boa parte da população adulta.

    “Nós temos muitos pais e mães que são muito jovens e eles já são fruto dessa inclusão recente que o país promoveu. A melhoria ainda é lenta, mas o fato é que quanto mais avançado é o ano em que a criança nasceu, maior é a chance que ela tem de completar o ensino médio”, explica a diretora executiva do Todos pela Educação, Priscila Cruz.

    O aumento dos anos de estudo gera um movimento positivo que causará impacto nas próximas gerações, diz Priscila.  Para ela, a educação é o melhor investimento porque nunca retroage. “É muito difícil você encontrar alguém que admita que o filho tenha uma escolaridade menor do que a sua. Uma mãe que concluiu o ensino médio e um filho que não completou o ensino fundamental, por exemplo. São casos raríssimos”, acrescenta.

    Os dados compilados pela entidade também apontam a diferença de escolaridade entre famílias de alunos de escolas públicas e privadas. Enquanto, aos 14 anos, 60% dos estudantes da rede pública já atingiram a escolaridade de suas mães, na rede privada o percentual cai para 10%. Isso indica que as mães dos alunos dos estabelecimentos particulares têm escolaridade mais elevada. O mesmo cenário se repete na comparação entre famílias mais pobres e mais ricas.

    A diferença entre os anos de estudo de pais e filhos também pode representar um obstáculo no desempenho do aluno. Pais menos escolarizados em geral se sentem despreparados para participar da vida escolar do filho. “Ele se sente acuado, acha que não pode ajudar e se envolver com os estudos do filho. Mas o importante é que a educação seja valorizada pela família, que ele seja um parceiro da escola para garantir que seu filho de fato aprenda”, pondera Priscila.

    Entre estudantes negros de 14 anos, o percentual daqueles que estudaram mais do que suas mães é 56,33%, enquanto entre os brancos a taxa é quase 10 pontos percentuais menor. Segundo Priscila, o dado aponta que além do fator renda, há uma diferença de escolaridade entre mães negras e brancas – o primeiro grupo frequentou menos a escola do que o segundo.

    A mesma desigualdade se verifica entre as regiões do país: enquanto no Sudeste menos da metade (47%) dos alunos de 14 anos atingiu a escolaridade de suas mães, no Nordeste esse grupo representa 58% da população nessa faixa etária.“A parte mais cruel da educação brasileira é a desigualdade. Em vez de ser um meio de superação, ela acaba reproduzindo e ampliando esse fosso”, avalia a diretora.

    Amanda Cieglinski
    Repórter da Agência Brasil

     

  • Justiça Federal derruba idade mínima de 6 anos para matrícula de crianças

    O Ministério Público Federal de Pernambuco entrou com liminar na justiça pedindo a suspensão de resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) que impedia a matrícula de crianças menores de 6 anos no ensino fundamental.

    A justiça aceitou o pedido. O mesmo tipo de pedido foi feito pelo Ministério Público Federal do Distrito Federal.

    As normas aprovadas em 2010 constantes no parecer do CNE determinam que o aluno precisa ter 6 anos completos até 31 de março do ano letivo para ser matriculado no 1° ano do ensino fundamental – caso contrário deverá permanecer na educação infantil.

    Na decisão, o juiz Cláudio Kitner destaca que a resolução “põe por terra a isonomia, deixando que a capacidade de aprendizagem da criança individualmente considerada seja fixada de forma genérica e exclusivamente com base em critério cronológico”.

  • Conjunto Penal de Feira comemora Amigos da Escola

    Foto Conjunto Penal de Feira comemora Amigos da Escola

    A Secretaria de Administração Penitenciaria e Ressocialização da Bahia e o Conjunto Penal de Feira de Santana, através da Coordenação Setorial de Integração Social e o Colégio Estadual Paulo VI realizarão, na próxima quarta-feira, 23 de novembro, a culminância do projeto “Amigos da Escola”.

    Dentro da programação, que começará às 8h30 e se estenderá até às 17h, no auditório da Unidade, haverá um treinamento para 100 servidores sobre doenças ocupacionais que será ministrado pela equipe do CEREST, coordenada pela Drª Patrícia Alves. Além disso, será concedida a Comenda Servidor Antonio Carlos Gonçalves dos Santos e o Título de Amigo da Escola a personalidades que se destacaram nas ações educacionais e laborativas no Conjunto Penal de Feira de Santana. (mais…)

  • O analfabetismo chega a 28% em pequenas cidades do Nordeste

    A taxa de analfabetismo nas pequenas cidades do Nordeste chega a 28% no universo dos que tem 15 anos ou mais. Nestes mesmos municípios, 60% dos idosos não sabem ler e escrever.

    Este número de adolescentes e jovens que não sabem ler, nas pequenas cidades do Nordeste,  segundo dados dos Indicadores Sociais Municipais do Censo Demográfico 2010, divulgado hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é considerado preocupante, pois a média no país é de apenas 2,5%, enquanto no Nordeste é quase o dobro (4,9%), na Região Sul, 1,1% e no Sudeste 1,5%.

    Entre jovens e adultos, o levantamento revela que em 1.304 municípios a taxa de analfabetismo era igual ou superior a 25%. Entre eles, 32 não contavam com o programa Educação de Jovens e Adultos (EJA). A maioria está localizada no Nordeste, tendo sido a pior situação observada em João Dias (RN), onde 38,9% das pessoas com 15 anos ou mais não sabem ler e escrever. Em seguida, aparecem Monte Santo (BA), com 35,6%, e São Brás (AL), com 34,7%. No Norte, três municípios aparecem na lista, todos em Tocantins: Ponte Alta do Bom Jesus (25,2%), Mateiros (26,4%) e Centenário (28,6%). O Sudeste concentrava quatro deles, localizados em Minas Gerais. São eles: Miravânia (26,0%), Frei Gaspar (28,5%), Bertópolis (29,6%) e Santa Helena de Minas (31,7%).

    O levantamento também evidenciou as diferenças em termos de alfabetização nos resultados segundo cor ou raça. Enquanto entre os brancos, o percentual de analfabetos para pessoas com 15 anos ou mais era de 5,9%, entre os pretos atingiu 14,4% e entre os pardos, 13%.

    São dados que mostram a falta de investimentos adequados por parte dos governos nas áreas mais carentes.