<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Ciência já relaciona terremotos a aquecimento global	</title>
	<atom:link href="https://obrasileirinho.com.br/ciencia-ja-relaciona-terremotos-a-aquecimento-global/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://obrasileirinho.com.br/ciencia-ja-relaciona-terremotos-a-aquecimento-global/</link>
	<description>Descubra, crie e divirta-se com O Brasileirinho!</description>
	<lastBuildDate>Thu, 20 Mar 2025 19:23:15 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>
		Por: Jackson Rubem		</title>
		<link>https://obrasileirinho.com.br/ciencia-ja-relaciona-terremotos-a-aquecimento-global/#comment-4364</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jackson Rubem]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2011 10:10:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.obrasileirinho.com.br/?p=16419#comment-4364</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://obrasileirinho.com.br/ciencia-ja-relaciona-terremotos-a-aquecimento-global/#comment-4355&quot;&gt;gilson&lt;/a&gt;.

É interessante sua observação, Gilson. Estas lacunas que ficam no subsolo, após a retirada do petróleo, não é a mesma coisa das falhas geológicas que provocam o terremoto? Só que umas são provocadas pela natureza e as outras pelo homem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://obrasileirinho.com.br/ciencia-ja-relaciona-terremotos-a-aquecimento-global/#comment-4355">gilson</a>.</p>
<p>É interessante sua observação, Gilson. Estas lacunas que ficam no subsolo, após a retirada do petróleo, não é a mesma coisa das falhas geológicas que provocam o terremoto? Só que umas são provocadas pela natureza e as outras pelo homem.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: gilson		</title>
		<link>https://obrasileirinho.com.br/ciencia-ja-relaciona-terremotos-a-aquecimento-global/#comment-4355</link>

		<dc:creator><![CDATA[gilson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 May 2011 15:36:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.obrasileirinho.com.br/?p=16419#comment-4355</guid>

					<description><![CDATA[Eu acho sim que terremotos e erupções em vulcões tem muito haver com o aquecimento global,fico imaginando a terra como um ovo no microondas,se colocar e tentar abrir vai estourar,mas a terra tem seus escapes,como os vulcões!!!!!!E sobre a estração de petroleo,ninguem fala do vão que fica depois da extração,e qualquer abalo pode acarretar em um enorme terremoto!!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acho sim que terremotos e erupções em vulcões tem muito haver com o aquecimento global,fico imaginando a terra como um ovo no microondas,se colocar e tentar abrir vai estourar,mas a terra tem seus escapes,como os vulcões!!!!!!E sobre a estração de petroleo,ninguem fala do vão que fica depois da extração,e qualquer abalo pode acarretar em um enorme terremoto!!!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: roosevelt s. fernandes		</title>
		<link>https://obrasileirinho.com.br/ciencia-ja-relaciona-terremotos-a-aquecimento-global/#comment-4152</link>

		<dc:creator><![CDATA[roosevelt s. fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 20:42:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.obrasileirinho.com.br/?p=16419#comment-4152</guid>

					<description><![CDATA[QUE NÃO SEJA POR FALTA DE ALERTA
 
 
A Comissão Mista - Deputados e Senadores - que trata do tema &quot;Mudanças Climáticas&quot; volta a seus trabalhos.
 
Um bom momento para destacar - o que possivelmente os membros da Comissão já saibam, mas nunca é demais relembrar - que não basta focar soluções para o enfrentamento da crise ambiental que vem preocupando a todos, pelo menos os de bom senso.
 
É importante destacar que nessa Comissão o Espírito Santo está muito bem representado na pessoa do Senador Ricardo Ferraço, que já deixou muito bem clara as suas preocupações com a temática ambiental, a quem já tive o cuidado de enviar este mesmo tipo de consideração.
 
Mas, efetivamente, onde reside a nossa preocupação? Ela está na base de toda a discussão, ou seja, como assegurar sucesso às ações recomendadas pela Comissão se, tudo leva a crer, a sociedade - apesar de se dizer conscientizada pela problemática das Mudanças Climáticas, ainda não mostra convicção a respeito do que deve ser feito (em conjunto ou isoladamente) de modo a contribuir para a eficácia das ações sugeridas.
 
Não são muitas as pesquisas nesse sentido - estamos falando de pesquisas que acoplada à avaliação do nível de envolvimento da sociedade com a temática, também pesquisa saber o que a sociedade efetivamente &quot;percebe&quot; de tudo que é falado a respeito - pois as que apenas evidenciam o envolvimento da sociedade não podem ser consideradas como resposta conclusiva do nível de envolvimento da sociedade com a solução desse grave problema ambiental.
 
Deste modo, infelizmente, as coisas - na teoria - ficam resolvidas. Há, porém, um problema a ser resolvido na área prática: a sociedade está preparada para assumir a sua responsabilidade (que não será pouca) na solução do problema?
 
Certamente, não estamos pensando em uma sociedade totalmente politizada no sentido de assumir a plenitude da discussão do processo das Mudanças Climáticas. Como pensar nesta utopia se até os &quot;iniciados&quot; nessa discussão ainda se vem diante de prós e contras. Obviamente, o que se tem como objetivo é uma sociedade minimamente informada (o necessário), em condições de entender &quot;qual é o problema&quot;, &quot;as soluções pretendidas&quot;, bem como &quot;o ônus a ser pego pela sociedade no processo de implantação de tais soluções &quot;. Parece um conhecimento mínimo, mas efetivamente, não é.
 
A nosso ver, um dos grandes focos de atenção da Comissão Mista, independentemente dos muitos outros já conhecidos, deverá ser a discussão do nível de preparo (conscientização) da sociedade brasileira frente às ações que precisam ser implantadas.
 
Se pretendermos contar com a sociedade para atuar &quot;como exército&quot;, iniciando pelos grandes centros urbanos, em relação a &quot;Guerra das Mudanças Climáticas&quot;, no mínimo este exército precisa conhecer bem o inimigo e estar motivado a entrar na guerra, sabendo do custo que isso trará a cada um dos envolvidos. 
 
Porém, é bom que se diga, a mudança de paradigma não é unicamente um desafio para os políticos da Comissão Mista, mas, sem dúvida, de toda a sociedade, inclusive aquele segmento que ainda pode ter dúvidas com relação ao Aquecimento Global (causa) e as Mudanças Climáticas (efeitos); neste caso, conservadoramente, vale a adoção do Princípio da Precaução. 
 
Faça contato com o político que você elegeu; explicite a sua preocupação com o problema; temos que fazer uma grande corrente – todos os segmentos da sociedade (quem tem o poder do voto e àqueles que têm a condição de uso desse poder) de modo a evitar surpresas previsíveis.
 
 
Roosevelt S. Fernandes
Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA
roosevelt@ebrnet.com.br]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>QUE NÃO SEJA POR FALTA DE ALERTA</p>
<p>A Comissão Mista &#8211; Deputados e Senadores &#8211; que trata do tema &#8220;Mudanças Climáticas&#8221; volta a seus trabalhos.</p>
<p>Um bom momento para destacar &#8211; o que possivelmente os membros da Comissão já saibam, mas nunca é demais relembrar &#8211; que não basta focar soluções para o enfrentamento da crise ambiental que vem preocupando a todos, pelo menos os de bom senso.</p>
<p>É importante destacar que nessa Comissão o Espírito Santo está muito bem representado na pessoa do Senador Ricardo Ferraço, que já deixou muito bem clara as suas preocupações com a temática ambiental, a quem já tive o cuidado de enviar este mesmo tipo de consideração.</p>
<p>Mas, efetivamente, onde reside a nossa preocupação? Ela está na base de toda a discussão, ou seja, como assegurar sucesso às ações recomendadas pela Comissão se, tudo leva a crer, a sociedade &#8211; apesar de se dizer conscientizada pela problemática das Mudanças Climáticas, ainda não mostra convicção a respeito do que deve ser feito (em conjunto ou isoladamente) de modo a contribuir para a eficácia das ações sugeridas.</p>
<p>Não são muitas as pesquisas nesse sentido &#8211; estamos falando de pesquisas que acoplada à avaliação do nível de envolvimento da sociedade com a temática, também pesquisa saber o que a sociedade efetivamente &#8220;percebe&#8221; de tudo que é falado a respeito &#8211; pois as que apenas evidenciam o envolvimento da sociedade não podem ser consideradas como resposta conclusiva do nível de envolvimento da sociedade com a solução desse grave problema ambiental.</p>
<p>Deste modo, infelizmente, as coisas &#8211; na teoria &#8211; ficam resolvidas. Há, porém, um problema a ser resolvido na área prática: a sociedade está preparada para assumir a sua responsabilidade (que não será pouca) na solução do problema?</p>
<p>Certamente, não estamos pensando em uma sociedade totalmente politizada no sentido de assumir a plenitude da discussão do processo das Mudanças Climáticas. Como pensar nesta utopia se até os &#8220;iniciados&#8221; nessa discussão ainda se vem diante de prós e contras. Obviamente, o que se tem como objetivo é uma sociedade minimamente informada (o necessário), em condições de entender &#8220;qual é o problema&#8221;, &#8220;as soluções pretendidas&#8221;, bem como &#8220;o ônus a ser pego pela sociedade no processo de implantação de tais soluções &#8220;. Parece um conhecimento mínimo, mas efetivamente, não é.</p>
<p>A nosso ver, um dos grandes focos de atenção da Comissão Mista, independentemente dos muitos outros já conhecidos, deverá ser a discussão do nível de preparo (conscientização) da sociedade brasileira frente às ações que precisam ser implantadas.</p>
<p>Se pretendermos contar com a sociedade para atuar &#8220;como exército&#8221;, iniciando pelos grandes centros urbanos, em relação a &#8220;Guerra das Mudanças Climáticas&#8221;, no mínimo este exército precisa conhecer bem o inimigo e estar motivado a entrar na guerra, sabendo do custo que isso trará a cada um dos envolvidos. </p>
<p>Porém, é bom que se diga, a mudança de paradigma não é unicamente um desafio para os políticos da Comissão Mista, mas, sem dúvida, de toda a sociedade, inclusive aquele segmento que ainda pode ter dúvidas com relação ao Aquecimento Global (causa) e as Mudanças Climáticas (efeitos); neste caso, conservadoramente, vale a adoção do Princípio da Precaução. </p>
<p>Faça contato com o político que você elegeu; explicite a sua preocupação com o problema; temos que fazer uma grande corrente – todos os segmentos da sociedade (quem tem o poder do voto e àqueles que têm a condição de uso desse poder) de modo a evitar surpresas previsíveis.</p>
<p>Roosevelt S. Fernandes<br />
Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA<br />
<a href="mailto:roosevelt@ebrnet.com.br">roosevelt@ebrnet.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
