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Categoria: EduTec

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  • Inscrições para o Sisu terminam hoje

    Hoje (12) é o último dia para que os estudantes que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2011 se inscrevam no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Os interessados devem acessar o site do programa até as 23h59 de hoje. Para o primeiro semestre de 2012 estão disponíveis 108 mil vagas em 95 instituições públicas de ensino superior, que serão distribuídas a partir das notas dos candidatos no exame.

    Até as 18h de ontem, o sistema registrou quase 3 milhões de inscrições de 1,5 milhão de participantes – cada candidato pode escolher até dois cursos. Desde a abertura do Sisu, o Rio de Janeiro lidera a lista dos estados com maior número de inscrições: 343 mil. Em seguida, vêm Minas Gerais ( 317 mil), São Paulo (249 mil), o Ceará (214 mil) e o Rio Grande do Sul (201mil).

    Ao acessar o sistema, o estudante deve escolher duas opções de curso, indicando a sua prioridade. É necessário informar o número de inscrição e a senha de cadastro do Enem 2011. Diariamente, o sistema divulga a nota de corte preliminar de cada curso com base na nota do Enem dos candidatos que pleiteiam as vagas. Ao longo do dia, o participante pode alterar essas opções se achar que tem mais chances de ser aprovado em outro curso ou instituição. Cada alteração invalida a inscrição feita anteriormente.

    O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 15 de janeiro. Os estudantes aprovados deverão comparecer às instituições de ensino de 19 a 20 para fazer a matrícula. O participante que foi selecionado para a primeira opção de curso é retirado automaticamente do sistema e perde a vaga se não fizer a matrícula. Aqueles que forem selecionados para a segunda opção ou não atingirem a nota mínima em nenhum dos cursos escolhidos podem participar das chamadas subsequentes.

    A segunda chamada está prevista para 26 de janeiro, com matrículas nos dias 30 e 31. Caso ainda haja vagas disponíveis, o sistema gera uma lista de espera que será disponibilizada para as instituições de ensino preencherem as vagas remanescentes. O candidato interessado em participar dessa lista deverá pedir a inclusão entre 26 de janeiro e 1° de fevereiro.

    Amanda Cieglinski
    Repórter da Agência Brasil

  • Sisu registra 6 mil inscrições por minuto

    Desde a abertura das inscrições à meia-noite de sexta-feira (6), o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) registrou, por minuto, uma média de 6 mil inscrições de estudantes interessados em disputar uma das 108 mil vagas em instituições públicas de ensino superior oferecidas para o primeiro semestre de 2012. A ferramenta criada pelo Ministério da Educação (MEC) usa os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para unificar o processo seletivo de universidades públicas.

    Nas 36 primeiras horas de funcionamento, o sistema registrou 1.669.504 inscrições de 862.752 alunos – cada estudante pode escolher até duas opções de curso. A expectativa do MEC é que o ritmo de inscrições supere o atual a partir de segunda-feira, primeiro dia útil de funcionamento do sistema desde que ele foi aberto ao público. O Rio de Janeiro é o estado com maior número de inscrições até o momento: 239 mil. Em seguida, vem Minas Gerais (184 mil), São Paulo (152 mil), Ceará (134 mil) e Rio Grande do Sul (109 mil).

    Os interessados podem se inscrever até 12 de fevereiro, exclusivamente pelo site do Sisu. É necessário informar o número de inscrição e senha de cadastro do Enem 2011. Ao acessar o sistema, o estudante deve escolher duas opções de curso, indicando a sua prioridade. Diariamente, o sistema divulga a nota de corte preliminar de cada curso com base na nota do Enem dos candidatos que pleiteiam as vagas. Durante esse período, o participante pode alterar essas opções se achar que tem mais chances de ser aprovado em outro curso ou instituição.

    O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 15 de janeiro. Os estudantes aprovados deverão comparecer às instituições de ensino de 19 a 20 para fazer a matrícula. O participante que foi selecionado para a primeira opção de curso é retirado automaticamente do sistema e perde a vaga se não fizer a matrícula. Aqueles que forem selecionados para a segunda opção ou não atingirem a nota mínima em nenhum dos cursos escolhidos podem participar das chamadas subsequentes.

    A segunda chamada está prevista para 26 de janeiro, com matrículas nos dias 30 e 31. Caso ainda haja vagas disponíveis, o sistema gera uma lista de espera que será disponibilizada para as instituições de ensino preencherem as vagas remanescentes. O candidato interessado em participar dessa lista deverá pedir a inclusão entre 26 de janeiro e 1° de fevereiro.

    Amanda Cieglinski
    Repórter da Agência Brasil

  • Alunos conseguem da Justiça direito à revisão da nota do Enem

    Alguns estudantes entraram na Justiça Federal no Rio de Janeiro e conseguiram o direito de pedir revisão da nota que lhes foi dada na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2011.

    Embora no edital da prova conste que a nota obtida na redação é definitiva, no início da semana um estudante de São Paulo discordou e conseguiu sair de zero (sua redação tinha sido anulada) para 880 pontos.

    Na opinião da juíza Márcia Maria de Barros, o edital do Enem fere os princípios do contraditório e da ampla defesa, por não prever o pedido de revisão da nota. “O fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação é evidente no caso em análise, ante a iminência de inscrição dos candidatos no Sisu”, diz a juíza, em sua decisão, referindo-se ao início do período para inscrição no Sistema de Seleção Unificada, à meia-noite do dia 6. O sistema oferece vagas em instituições públicas de ensino superior por meio da nota do Enem.

    Segundo o MEC a situação continua inalterada e a única nota revista por ação da Justiça foi a do estudante de São Paulo que teve a redação anulada.

  • Dia Mundial do Braile – cegos querem mais acesso ao sistema

    Foto do sistema braile
    Sistema Braile – Foto: williamnyk/Flickr CC

    Hoje (4) é o Dia Mundial do Braile, um sistema de leitura para cegos criado pelo francês Louis Braile, que ficou cego aos 3 anos de idade e que torna possível as pessoas com cegueira total ou parcial ler através do tato.

    O Braile foi inspirado em um sistema de leitura no escuro desenvolvido por Charles Barbier, para uso militar. Ao conhecer o sistema, o francês Louis Braille, que era cego, passou a utilizá-lo e logo depois o modificou, passando de um grupo de 12 pontos para um grupo de apenas 6 pontos, formado por duas colunas com três pontos cada. O agrupamento de seis pontos possibilita a constituição de 63 símbolos diferentes que servem para representar caracteres na literatura, na matemática, na informática e na música. O sistema foi inventado em 1825 e até hoje é utilizado em todo o mundo.

    O sistema Braille chegou ao Brasil no ano de 1850. A partir da década de 1940, passou a ser usado em livros.

    Apesar de já existir cardápios em restaurantes e embalagens de cosméticos e de remédios em braille, cegos ou pessoas com baixa visão ainda reclamam da dificuldade de encontrar informações adaptadas. “Os mercados não informam nada em braille sobre promoções [de mercadorias]. Não tem nada”, disse a vice-presidente da Associação Brasiliense de Deficientes Visuais (ABDV), Adriana Candeias, que é cega, para a Agência Brasil/Carolina Pimentel.

    “A gente não tem condições de saber o que está comprando, a validade. Algumas empresas já estão implantando, mas ainda falta muito”, acrescentou o diretor administrativo da associação, Paulo Luz, que também tem deficiência visual.

    A vice-presidente reforçou que o braille garante independência aos cegos. “A partir do momento em que é oferecido algo em braille, a pessoa com deficiência visual passa a ser independente. Ela sabe que pode ir ao estabelecimento sozinho e vai ter total acesso”, destacou Adriana Candeias.

    Os representantes da associação também alertaram para a demora de livros didáticos novos serem transformados para o braille. “Lançam um livro hoje, mas quando o cego vai ter acesso à obra, ela já está ultrapassada”, argumentou Paulo Luz.

    As editoras não são obrigadas a publicar em braille todas as obras lançadas. Quando recebe pedidos, o setor, geralmente, recorre a empresas especializadas e instituições não governamentais para fazer a conversão, segundo a coordenadora de Revisão Braille da Fundação Dorina Nowill para Cegos, Regina Fátima de Oliveira

    Os livros falados têm sido usados para conseguir textos atualizados com rapidez. Desde 2009, o Ministério da Educação disponibiliza, de graça, um software que converte qualquer texto de computador em sonoro, com narração em português.

    Apesar dos benefícios da tecnologia, a coordenadora defende que o livro em braille é primordial nos primeiros anos escolares das crianças cegas. “Para que possa ter domínio da ortografia ou da simbologia da matemática, a criança precisa do livro físico, assim como é com as crianças que enxergam. A gente só lê quando toca”, explicou.

    O crescimento da utilização do audiolivro pode estar relacionado ao custo mais baixo em comparação ao de braille. Cada página de um texto comum equivale a até quatro páginas em braille, conforme a especialista.

    No Brasil, existem mais de 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual, sendo 582 mil cegas e 6 milhões com baixa visão, segundo dados da fundação com base no Censo 2010, feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

  • 3 pillares do Plano Viver Bem: Educação, saúde e proteção social

    O Plano Nacional da Pessoa com Deficiência, que se tornou mais conhecido como Viver sem Limite, define quatro eixos de sustentação: acesso à educação, atenção à saúde, inclusão social e acessibilidade. Em cada um desses itens há vários temas inseridos e ordens claras de execução.

    O plano que foi criado em 17 de novembro de 2011, estabelece as 30 metas do governo da presidenta Dilma Rousseff para o setor até 2014, entre as quais melhorar a qualidade de vida de 45 milhões de pessoas no país, o plano se baseia em promover a integração e a articulação das ações nos três níveis de poder – federal, estadual e municipal, atuando conjuntamente os poderes federal, estadual e municipal. (mais…)