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Categoria: Curiosidades

  • Grávida cega enxerga filho em 3D antes do nascimento

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    Grávida cega enxerga filho em 3D antes do nascimento.

    Pessoas cegas existem aos milhares neste mundo, mas uma grávida cega que enxerga o filho antes mesmo dele nascer, graças a tecnologia, é realmente um acontecimento inesperado.

    Tatiana Guerra, 30 anos, ficou cega aos 17 e estava grávida. Ela sonhava com o nascimento do seu filho, pois somente assim poderia senti-lo ou enxergá-lo através do toque. Sabia que, diferente das outras mães, ia receber o ultrassom, mas não poderia saber, por ela mesma, como era seu filho. [vídeo no fim do post] (mais…)

  • É possível uma uma cobra ser envenenada com seu próprio veneno?

    Alguma vez você já se perguntou se uma cobra ser envenenada com sua própria mordida? Mesmo que a sua resposta seja não, você pode um dia vir a ser surpreendido por esta questão da boca de seus filhos, presentes ou futuro.

    Muitos dizem que a pergunta é tão absurda que não merece ser respondida. Claro que isto é uma forma decente para disfarçar a própria ignorância. As crianças, no entanto, não tem medo do ridículo. Elas perguntam coisas deste tipo com a mesma naturalidade que fazem outras perguntas que deixam os mais velhos se remexendo nervosamente.

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  • kristina Pimenova a menina mais bonita do mundo causa polêmica

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    A mãe da menina mais bonita do mundo se defende: “se vê sexo em suas fotos é pedófilo”. (Foto reprodução da fanpage de Kristina/FACEBOOK)

    Kristina Pimenova, classificada como a menina mais bonita do mundo, está causando uma revolução na internet e manchetes nos grandes jornais.

    E tudo isso com apenas nove anos de idade. O problema é que muitas fotos dela, postada no facebook, saíram como se ela tivesse uma idade bem mais adulta. Para os críticos, as fotos da menina supermodelo, vestindo shorts, são muito provocativas.

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  • Trotes universitários violentos são crimes mas o castigo é difícil

    Trotes universitários violentos são crimes mas o castigo é difícil

    Trotes universitários ocorrem da forma mais brutal e humilhante, no entanto, assim como tantos outros crimes ocorridos no Brasil, geralmente ficam impunes.

    O professor Antonio Ribeiro de Almeida Junior, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), Universidade de São Paulo (USP), disse que trotes universitários são, na maioria das vezes violentos. E o pior, fazem parte de processos enraizados e históricos em algumas instituições de ensino superior:

    “São grupos de poder que usam o trote como processo de seleção para entrar no grupo. O trote é um mecanismo de exclusão, sem integrar ninguém. E divide os alunos, às vezes, para o resto da vida. A cultura do trote é bárbara. O trote precisa ser violento para exercer essa função de selecionar se aquela pessoa obedecerá às ordens e ficará em silêncio apesar das afrontas. O trote é uma porta escancarada para o processo de corrupção que temos na sociedade”.

    Disse estas palavras durante audiência pública na Assembleia Legislativa de São Paulo esta semana, conforme a Agência Brasil/ Elaine Patricia Cruz.

    Trotes universitários violentos e status social

    O professor, que estuda os trotes em universidades desde 2001, esses eventos são mais comuns em cursos que conferem mais status social. “Quais faculdades são as mais problemáticas? As que dão muito status social, como as faculdades de medicina, de engenharia e de direito, que dão poder social àqueles que entram nesses grupos.”

    Para a antropóloga da USP Heloisa Buarque de Almeida, é difícil achar culpados, por trotes universitários violentos. “Alguns dos casos que estão aparecendo agora como escandalosos não acontecem só na Faculdade de Medicina da USP, mas também em outras universidades. E, diferentemente dos casos de estupro, é muito mais difícil achar quem são os culpados [nos trotes] porque são rituais em que, em um ano, o calouro sofre violência e, no ano seguinte, aquele mesmo aluno vai ser o cara que vai agredir o calouro. E são rituais muito estabelecidos e naturalizados nessas universidades”, avaliou a antropóloga.

    Muitos dos casos de violência denunciados dentro da Faculdade de Medicina da USP ocorreram em festas organizadas por movimentos ou centros estudantis. Para a integrante do coletivo feminista Geni, criado no ano passado na Faculdade de Medicina para apoiar mulheres vítimas de violência, as denúncias recebidas pelo grupo “perpassam todas as instituições [associações de alunos e centros acadêmicos] ao longo de diversos anos”. “É um problema estrutural e não pontual da faculdade. São materializações da cultura machista e violenta”, enfatizou.

    Jackson Rubem
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  • A dor psicológica quando os filhos vão embora

    A dor psicológica quando os filhos vão embora

    Quando os filhos vão embora, a maioria dos pais sofre de uma dor psicológica indescritível. Afinal, existe alguma coisa que cause mais sofrimento em uma família do que a partida de algum membro?  Não só a partida dos filhos causa dor, também a partida dos pais, como acontece em caso de divórcio, se bem que a guarda compartilhada minimiza este problema.  Além disso, existe a angústia causada pela partida do pai ou da mãe que tem necessidade de trabalhar fora, em outra cidade, estado ou um país distante, por tempo indeterminado. Nesse caso, os filhos são os que mais sofrem com a separação.

    A dor é mais forte quando não se tem ideia do tempo em que a pessoa ficará fora e o tamanho dos obstáculos que enfrentará ao chegar no destino. Os que ficaram, normalmente, estão apreensivos de que alguma coisa ruim possa acontecer com o que está distante.

    Quando os filhos vão embora, a maioria dos pais sofrem, porque acham que eles não saberão se virar sozinhos. Claro que isso é uma preocupação sem sentido, principalmente no mundo moderno, onde a tecnologia aproxima todas as pessoas.

    “Perante essa situação, os pais, muitas vezes, se sentem abandonados pelos seus filhos e a saudade pode se transformar em sentimento de solidão, ansiedade, tristeza, vazio e depressão. Nessa fase, é comum ter ataques de angústia, preocupando-se em demasia com a segurança dos mesmo e duvidando que eles sejam capazes de cuidar de si” – diz Virginia em seu texto Síndrome do Ninho Vazio.

    Alguns anos depois, quando os filhos se formam, muitos resolvem ficar distante dos pais  e outros retornam para sua cidade natal.  Acontece então, muitos pais terem a sensação de que todos os esforços realizados, depois de anos de sacrifício, foram em vão. Pensam assim por causa da dificuldade que os filhos vão encontrar para exercer uma atividade relacionada aos seus estudos universitários.

    Situações como estas fazem com que a maioria das pessoas culpem o governo.  Não dá para aceitar que os comandantes de um país sejam incapazes de criar condições sociais e econômicas suficientes para gerar empregos com a mínima qualidade.

    Aconteça o que acontecer, os pais jamais devem renunciar ao calor de seus filhos que acabam vendo seu projeto de vida frustrado no país onde nasceram, se formaram e tem vivido seus anos de juventude.

    Claro que muitos realizarão seus sonhos.